Como sou feliz sendo mãe…#sqn

*Alguns trechos foram omitidos para preservar a identidade da pessoa, pois obviamente continha nomes ou informações pessoais/específicas demais (e também irrelevantes para nosso post)

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27 comentários sobre “Como sou feliz sendo mãe…#sqn

  1. Lili disse:

    Estou vivendo meu maior pesadelo: maternidade. Sempre tem e aconteceu. Não consigo de fato lidar com isso, não estou com depressão pós parto, meu filho tem um ano e meio, penso em suicídio TDS os dias. Com 30 anos virei uma mulher q vai da casa pro trabalho e do trabalho pra casa, sinto q minha vida acabou.

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    • Lana disse:

      Estou exatamente igual a você. Desde que virei mãe minha vida acabou. A gravidez foi indesejada, inesperada, aconteceu por um descuido. Agora pago caro todos os dias por isso. Nunca quis ser mãe. O tempo passou e ainda detesto tudo isso. Finjo todos os dias, não posso demonstrar o que sinto. Minha vontade é evaporar. Já pensei em suicídio diversas vezes. Não consigo gostar dessa situação. Talvez eu tenha de viver à base de remédios para conseguir encarar tudo isso…

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  2. Mariana Bonates disse:

    Me arrependo do fundo da minha almaaaaa por ter sido mãe. Juro que se pudesse voltar no tempo eu jamais teria tido filho…. isso não significa que eu não ame o meu filho, mas eu adoraria que alguém tomasse para si o desgaste e o pesadelo que é cuidar de um filho. Minha vida acabou. Minha vida profissional com tantos planos, uma nova carreira, vontade desbravar o mundo…já tenho 38 anos e não tenho tempo pra mais nada disso… a cada dia só faço me arrepender dessa decisão tão estúpida que arruinou a minha vida.

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  3. NAIANI JARDIM disse:

    Eu já nem sei mais quem eu sou não durmo na hora que eu quero e acordar cedo é lei fui mãe aos 15,17 e fui estrupada com 22 anos pelo meu marido e tive meu 3° filho com 22 anos hj com 24 sofro de depressão e ansiedade e nunca NUNCA quis ser mãe sofro por sentir isso mais é o que eu sinto cansei de mentir pra mim mesma 😢😢😢

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  4. Carol disse:

    Todos os dias me arrependo de não ter feito um aborto. Minha vida acabou e não tem sentido. Não sou mais nada, só sirvo para trabalhar prá pagar conta de criança e no resto do tempo minha vida se resume a ser uma uma empregada de bebê. Uma gravidez indesejada não interrompida é sinônimo de trauma e sofrimento para mãe e filho. E agora não há solução para o caso, só penso em suicídio.

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  5. Almir Franco disse:

    Carol, vi seu blog em um comentário de uma matéria do huffpost. Minha esposa que me enviou, disse que seria uma leitura interessante. Não queremos filhos e já nos olharam bem torto por nossa decisão. A verdade é que antecipamos todos esses sentimentos e problemas da paternidade que as pessoas relatam. Eu mesmo não tenho problema nenhum em assumir que boa parte disso é porque sou egoísta e não quero abrir mão da vida que tenho e de tudo que conquistei e espero conquistar, pela missão de criar um filho. Eu não imaginava que existiam tantas pessoas que se arrependiam de ter tido filhos. Todas histórias, relatos e problemas acabam servindo como um refúgio para a nossa tão criticada decisão de viver sem filhos.

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    • Cleber disse:

      Almir, eu também cheguei aqui “meio que por acaso”, e me identifico com sua história. Também não quero filhos (tenho muitos planos e sonhos e sou egoísta: odeio a simples ideia de sustentar um “moedor de dinheiro” por vários e vários anos). Eu sempre deixei isso claro para minha esposa, e ela dizia que concordava antes de casarmos. O problema é que agora ela decidiu mudar de ideia e quer um filho. Isso está acabando com a gente. Eu me conheço: se eu ceder, vou ser um pai no máximo responsável (dando sustento, educação, ensinando valores), mas não me imagino frequentemente perdendo o sono, passeando, brincando, ajudando no dever de casa; no máximo às vezes, e olhe lá. Ou seja, eu seria o pai que paga tudo, mas que não quer saber de quase nada. Eu trabalho bastante, e gosto de relaxar nos poucos momentos que posso fazendo o que gosto, especialmente com minha esposa. Ela diz que minha vida mudaria muito pouco, já que ela não trabalha fora e ficaria responsável por praticamente tudo, mas eu sei que não seria assim; havia mudanças drásticas na nossa vida: poucas horas de sono (que eu tanto prezo), muito mais tarefas domésticas, bem menos dinheiro para nosso lazer e diversão, muito menos tempo/oportunidades para sermos um casal (não temos uma rede de apoio: seríamos apenas nós três). Além disso, eu odiaria vê-la se matando para cuidar de tudo sozinha, e eu acabaria me forçando a ajudar, o que me deixaria muito estressado. Acho que nosso casamento está condenado…

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    • eu também não quero ser mãe e so quero que meu namorado aceite isso, por que não vou parir pra agradar ninguém, a unica coisa que talvez sinta falta e de uma visita de vez em quando na velhice, mais isso não e motivo, e a maternidade pra mim seria um inferno.

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  6. Andreia disse:

    Muitas vezes me pego a pensar se sou feliz sendo mãe, e infelizmente devo discordar com essa premissa que toda a sociedade acredita e dizer que não sou feliz e não concordo com esse dito. Muitas coisas aconteceram para que eu não me sinta assim, minhas atitudes em relação aos filhos; a reação deles em relação à minha pessoa; as escolhas que fiz em prol a eles e muitas renúncias também acontecerão em prol à criação deles. Não estou tentando dizer que não houveram momentos felizes e gostosos, graças a Deus isso tem, senão eu já teria tomado outro rumo há muito tempo atrás. Mas falo pelo sentido de realmente sentir-ma feliz! Sinto que cumpro uma obrigação apenas, criar, dar conselhos a todo o momento, pensar neles, ser amparo quando precisam, eu sei que isso é ofício de mãe; mas não me traz felicidade porque são agruras, são momentos difíceis, e se for falar financeiramente, vixi, o quanto estou estourada pelas coisas que tive que dar conta para poder criá-los. O mais chato ainda é escutar da filha mais velha “Mãe, o que você fez com o dinheiro”? “Você gasta com quem”? Isso é o mais difícil.

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  7. Raquelly Fernandes disse:

    Estou justamente nessa sinuca de bico de decidir se serei mãe. Estou com 36 anos. Sempre achei que queria ter filhos até chegar de fato na realidade em que filhos são “esperados”. Tenho sobrinhos, amo demais, mas quando observo a vida das minhas irmãs, só penso “não quero isso pra mim”.
    mas ai eu confesso que tb penso em ter filhos por causa de eventos familiares, netos, apoio em situações de crise de saude, apesar que sei que nem sempre se possa contar com filhos pra isso….. Enfim, porque essa fase trevas de infancia passa, daí a fase do filho de 20 anos pra frente, acho que deve ser legal… Penso isso tb pq vivo passeando e viajando com meus pais e meu marido e eles parecem curtir tb! rsrs
    E tb acho que essa sofrencia toda da maternidade veio tambem com essa modinha de maternidade, onde voce tem que ser top mãe, gata e bem sucedida no trabalho, alem de, claro, ter filhos lindos e calmos. Acho que na época demeus pais , vc fazia o que dava pra fazer. Dava amor, educação em casa, escola que dava pra colocar e vida que segue. Sem mimimi de curso disso, daquilo, estímulo disso, tem que comer isso e aquilo. Sei la. Já estou na terapia e não está adiantando nada. hehe. Boa sorte pra todos nós!

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  8. Daiane disse:

    Olá! Estou um pouco aliviada ao ler a matéria, pois eu também odeio ser mãe….se pudesse voltava no tempo P mudar isso! Mas infelizmente tenho que engolir td sozinha.
    Hj acordei feliz e em menos de 10 minutos meu humor virou ódio, estou aos prantos por sentir raiva e arrependimento, e pior, por não ter o que fazer.
    Eu amo meu filho, mas não estou sabendo lidar com todos esses sentimentos.

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  9. Queria muito dizer algo diferente que motivasse esse monte de mães que simplesmente estão cansadas, assim como eu!
    Não aguento mais me sentir um lixo toda vez que penso que odeio ser mãe, pq eu ainda não me considero assim, desde que meu filho nasceu não tenho mais sossego, vivo estressada, irritada, cansada dessa vida de auto controle. Pq se existe uma coisa que me machuca é quando eu perco o pingo de paciência que me restou e depois vou me martizar arrependida de não ter conseguido ter mais paciência…. Pq isso é uma coisa que realmente não sobra em mim, por mais que eu me esforsse, eu não consigo se paciente, me dá logo uma agonia, uma vontade de deixar ele com o pai e desaparecer… Eu sinto muito, mais é assim que eu me sinto, tendo que engolir e aturar algo que nunca desejei pra minha vida.

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  10. Maria disse:

    Minha situação é parecida, nunca quis filhos mas meu marido mudou de ideia depois de quase 20 anos juntos, vendo os amigos todos tendo filhos. Estou arrasada mesmo pq já é tarde para nós, temos 40 anos! Sinto que minha vida desmoronou por ver que não o fiz/faço feliz e passei a ficar atormentada pelo arrependimento, mas não consigo me ver mãe, simplesmente. Desenvolvi muita ansiedade por conta desses conflitos, não durmo direito pois penso muito no assunto do meu casamento e de como será daqui para frente, cada vez mais velhos e ele arrependido. Ele diz que não, que me ama e quer seguir em frente comigo mas cada vez que alguém anuncia a gravidez vejo o olhar de decepção dele.

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  11. Christina disse:

    Eu não gosto de ser mãe é um arrependimento que vou carregar para o resto da minha vida. Perdi minha liberdade…ando cansada, deprimida. Sempre fui antisocial e me vejo tento que mesmo por educação lidar com as mães da creche aquelas ” mães perfeitas ” me afasto. Minha gravidez não foi planejada enfim… sinto falta de mim mesma!!! Acordar cedo ter as horas contadas de liberdade. E ainda ser julgada pelas pessoas que nem no dia a dia estão comigo. Tenho vontade de sumir!!!! Acordar com choro de criança ou grito um pé no saco

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  12. Ju disse:

    Oi meninas. Caí neste site de paraquedas, lendo sobre adoção. Pesquisei algo bem diferente e o Google me trouxe pra cá…
    Não compreendo o que vocês sentem, me perdoem se estou errada em perguntar isso. Mas por que vocês não oferecem seus filhos para a adoção? Se levarmos em conta que há mais de 30 mil pessoas no Brasil lutando pela oportunidade de ter um filho.

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  13. Adriana disse:

    Oi, gostaria de fazer parte…
    Vou resumir o que sinto!
    Meu filho veio de supresa, eu tinha problemas no sistema reprodutor e me disseram que eu não poderia, eu tomava anticoncepcional por causa de um dos problemas o ovário policístico…
    Eu fui internada com uma hemorragia que veio do ovário, e pouco antes de me operarem descobri uma gestação avançada já, foi um susto, uma surpresa e eu me acostumei rápido com a ideia, tem sido uma luta diária desde que ele nasceu, ele não dormia, eu e o pai piramos, hoje ele tem 4 anos e cada vez fica mais difícil!

    Eu odeio ser mãe todos os dias, não por não gostar de cuidar eu gosto, amo fazer as coisas por ele, não me incomodo de abrir mão de coisas por ele, mas ele me esgota a ponto de eu querer morrer…
    Meu casamento acabou, pra ele dormir tem que ser na nossa cama e a gente acaba aceitando de tão exaustos!
    Ele é doce, inteligente mas tão desobediente, não é fácil agradar ele nunca está feliz tudo que eu faço é pouco… Ele drena minhas forças de uma maneira sabe? Acabo sendo cobrado confrontada todos os dias, eu recebi ele como um milagre, para sofrer tanto assim???
    A parte positiva é que eu voltei a estudar estou indo pro terceiro ano da faculdade de biologia o estudo foi sem dúvida minha válvula de escape, e eu também me descobri mais forte, mas ando tão triste eu queria que fosse um pouco mais fácil…
    Brigamos todo dia por causa de roupas ele pira só quer ficar com roupa bonita, não assiste TV, não foca em nada, apenas em me deixar louca…
    Ando pensando em ir pro exterior e deixar ele…
    Eu não posso desabafar porque todos a minha volta me lembram só quanto eu deveria ser grata por ele ter saúde, é claro que eu sou, isso pra mim está fora de questão!
    Mas o que sinto é que eu amo esse carinha, daria a vida por ele mas odeio ser mãe!
    Quero fazer parte

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